Por que The Bold Type faz inveja em todo comunicador? A série que mostra o dia a dia glamouroso (e real) de uma revista
Se você trabalha com comunicação ou sonha com o universo de revistas, é provável que, em algum momento, tenha se pegado sonhando com a vida perfeita de uma protagonista de série. A gente sabe que a realidade é bem diferente: tem o trabalho duro, os prazos apertados, o salário que nem sempre compensa e o chefe que pode ser um pé no saco. Mas, de vez em quando, surge uma série que mistura essa fantasia com a realidade e a gente se apaixona. The Bold Type é uma delas. A série, que infelizmente já teve seu fim, mostra o universo da revista feminina Scarlet e o dia a dia de Jane Sloan, Kat Edison e Sutton Brady.

E é aqui que a gente já começa a ter uma ponta de inveja: o cenário da série é Nova York, o escritório parece tirado de um Pinterest e as roupas são de cair o queixo. A gente se pega pensando “essa é a vida que a gente sempre sonhou!”, e a série faz de propósito, nos levando para um mundo cheio de glamour, desfiles de moda e eventos sociais. Mas, aos poucos, ela nos mostra que a vida real dos comunicadores é feita de muito mais do que festas. É sobre noites em claro, sobre lutar por uma pauta, sobre enfrentar o assédio moral e sobre ter que fazer escolhas éticas que nem sempre são fáceis.

O que faz de The Bold Type uma das séries mais gostosas de assistir, no entanto, é o coração da história: a amizade das três protagonistas. A série não foca apenas na carreira delas, mas na forma como elas se apoiam. Jane, a escritora que vive em busca de sua voz; Kat, a diretora de redes sociais que não tem medo de lutar por suas crenças; e Sutton, a assistente que sonha em ser stylist. A amizade delas é o motor da série e é um dos pontos altos da produção. Elas são a prova de que, mesmo em um mundo de competição, a união e a cumplicidade são a chave para o sucesso e para a felicidade.
The Bold Type não tem medo de falar sobre temas importantes. Ela aborda de forma sutil, mas firme, temas como o feminismo, o ativismo, a luta por direitos LGBTQIA+, o sexismo no ambiente de trabalho e a importância da saúde mental. A série não é um documentário, mas usa sua plataforma para colocar em pauta discussões importantes, o que a torna ainda mais relevante e especial.

Com seu final em 202, The Bold Type nos deixa com uma sensação de conforto e esperança. É uma série que a gente assiste quando quer um colo, quando quer rir ou quando só quer sentir que a vida, mesmo com seus desafios, pode ser incrível.

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